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76 - Questão Sendo Reformulada
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A equipe editorial do site da Clínica Deckers está trabalhando na reformulação desta
questão. Em breve ela estará no ar normalmente. |
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| 77 - O Que É Um Enxerto Ósseo ? |
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O tecido ósseo é constituído de uma teia (colágeno, proteínas, etc.) mineralizada
(recoberta de cristais de cálcio), cheios de células ósseas.
O termo “enxerto” é um pouco excessivo em ortopedia, pois a ação de enxertar consiste a
implantar uma teia óssea mineralizada, com ou sem células do doador (segundo o enxerto
foi “limpo” ou não no quadro do protocolo de segurança).
Esta teia óssea é em seguida “recolonizada” (reabitada) pelas células ósseas do receptor, que vai muito progressivamente substituir o enxerto ósseo pelo tecido ósseo vivo.
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Entende-se por enxerto ósseo uma teia óssea calcificada que é em seguida “recolonizada” (reabitada) pelo seu próprio tecido ósseo. |
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| 78 - Porque Às Vezes Precisamos De Um Enxerto Ósseo ? |
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Quando uma prótese é colocada, as peças implantadas são destinadas a reproduzir os
movimentos da articulação operada, tanto quanto se supõe para uma boa fixação das
peças protéticas ao suporte ósseo. Ora, em certos casos, a doença inicial, ou as alterações
ósseas enquadradas pelo deslocamento de uma prótese precedente alterou o suporte
ósseo. É então necessário reconstituir o arcabouço ósseo através de um enxerto.
É uma condição indispensável à fixação durável da prótese implantada. Este enxerto ósseo
é então progressivamente (vários anos) recolonizado (reabitado) pelas células ósseas do
receptor. Nas pequenas articulações, é às vezes possível utilizar seu próprio osso (auto-
enxerto). Nas reconstruções mais extensas, o enxerto é fornecido por um banco de tecido
ósseo (hetero-enxerto), após uma avaliação clínica meticulosa deste procedimento.
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Um enxerto ósseo é às vezes necessário para consolidar perfeitamente sua prótese
dentro do seu osso. Se seu cirurgião pensa que você precisa de um enxerto ósseo,
pergunte a ele em que vai consistir o enxerto, quais são as vantagens e os riscos
eventuais. |
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| 79 - Pode-se Receber Uma Prótese Quando Há Osteoporose ? |
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A osteoporose é uma rarefação óssea (o osso é poroso). É uma doença do osso que não
afeta a articulação. Ela é caracterizada por uma diminuição da quantidade de tecido ósseo
e uma alteração da sua qualidade. Ela é responsável por fraturas.
A osteoporose é uma doença que se expande, que pode ser prevenida por uma boa
qualidade de vida e que é tratável.
A colocação de uma prótese não se constitui tecnicamente num problema, mas o risco de
fratura em torno da prótese é possível se você sofre desta doença. |
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É possível implantar uma prótese mesmo em caso de osteoporose.
Se você sofre com a osteoporose consulte um médico reumatologista. Tenha atenção
com
sua alimentação (rica em cálcio), tome certas precauções na vida quotidiana para
prevenir
as quedas (não suba em escadas, não corte árvores....), modifique o seu
ambiente se
você for idoso: retire os tapetes, ilumine o corredor para evitar quedas. |
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80 - Questão Sendo Reformulada
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A equipe editorial do site da Clínica Deckers está trabalhando na reformulação desta
questão. Em breve ela estará no ar normalmente. |
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81 - Questão Sendo Reformulada
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A equipe editorial do site da Clínica Deckers está trabalhando na reformulação desta
questão. Em breve ela estará no ar normalmente. |
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82 - As Próteses São Reembolsáveis ?
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Para saber se a prótese é reembolsável, consulte seu plano de saúde.
Informe-se antes e tire suas duvidas. |
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83 - Quando Se Tem Uma Prótese Pode-se Fazer Infiltrações ?
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As infiltrações em contato com a prótese são desaconselhadas (risco infeccioso). As
infiltrações à distância (por exemplo, uma infiltração dentro do joelho se você tem uma
prótese do quadril) são autorizadas, com a ressalva de uma assepsia com desinfecção
perfeita.
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As infiltrações em contato com a prótese são desaconselhadas (risco infeccioso).
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84 - Quais São Os Diferentes Tipos De Próteses De Quadril ?
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As próteses do quadril podem ser totais ou parciais.
As próteses totais:
O quadril é uma articulação entre a cabeça do fêmur (osso da coxa), que é quase esférica, e uma cavidade côncava da bacia, o “acetábulo”.
Uma prótese é dita total quando os dois elementos são substituídos por peças sintéticas.
Nós substituímos às vezes a parte femoral (por um corpo terminando com uma bola) e a
cavidade da bacia (por uma cúpula).
A articulação entre estas duas peças sintéticas reproduz a articulação do quadril, com um
atrito.de superfície durante cada movimento.
A natureza química, do mesmo desenho de cada uma das peças, pode variar de um modelo
para outro. A peça metálica femoral em aço ou em titânio pode ser “monobloco” ou
comportar uma bola de natureza diferente do componente femoral (liga de metais cromo-
cobalto, de cerâmica, de alumínio, etc.), escolhida por suas propriedades (qualidade do
atrito, resistência ao desgaste). O acetábulo é comumente de polietileno (plástico de alta
densidade fabricado especialmente por este objetivo), em aço, ou em cerâmica.
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O modo de fixação das peças dentro do osso pode variar:
- pode-se fixar a prótese com um cimento
especial: cimento acrílico (polimetacrilato), com o
papel de amortecedor para a repartição
pressões mecânicas; nós falamos de prótese
cimentada;
- as próteses não cimentadas são consolidadas
de forma biológica diretamente dentro do osso
(sem interposição de cimento). A prótese é
fixada graças às propriedades de superfície das
peças, que permitem uma ligação direta entre o osso que cresce e se liga solidamente ao seu contato.
Na fig. ao lado: Prótese total do quadril (titânio e cerâmica) |
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As próteses parciais:
As próteses parciais do quadril (ainda chamadas próteses cefálicas) substituem que a
cabeça do fêmur, o acetábulo não é substituído Elas são comumente utilizadas após uma
fratura da extremidade superior do fêmur;
- elas podem ser “monobloco”, uma bola de aço do mesmo diâmetro que a cabeça do fêmur
é ligada a uma haste metálica implantada dentro do osso do fêmur,
- elas podem ser “intermediárias”, quer dizer constituídas de um corpo e de uma cabeça
femoral (parecidas com as peças da prótese total), se articulando com uma cúpula esférica
em aço, móvel às vezes em relação com o acetábulo (cavidade da bacia) e em relação à
cabeça femoral (jogo duplo de mobilidade).
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Estas próteses parciais do quadril colocam em
contato um componente em aço (a prótese) e a
cartilagem articular da bacia (acetábulo). Ela
promove às vezes um desgaste da cartilagem
do
acetábulo (teoricamente menos importante
com as
próteses “intermediárias”), podendo às
vezes levar
às dores de marcha.
Em certos
casos, é necessário propor uma nova
intervenção a fim de “totalizar” a prótese para
aliviar as dores.
Na fig. ao lado: Prótese total do quadril
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Existem dois tipos de próteses do quadril: as próteses totais e as próteses parciais. |
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85 - É Necessário Cortar Os Músculos Para Colocar Uma Prótese Total De
Quadril ?
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A eficácia de uma prótese depende:
- da boa posição das peças;
- da integridade e do equilíbrio da musculatura, pois as duas peças complementares são
embutidas uma dentro da outra e mantidas pelo tônus muscular.
Para colocar no lugar os elementos sintéticos de uma prótese, é necessário então “entrar”
dentro da articulação do quadril. O acesso à articulação pode ser obtido seguindo
diferentes “caminhos”, chamados “vias cirúrgicas”.
Algumas são necessárias secções (parciais ou completas) de certos músculos do quadril,
são as vias transmusculares. Estas secções deixam inevitavelmente seqüelas definitivas
pois os músculos cicatrizam mal e uma fraqueza muscular pode aumentar o risco de
“luxação” da prótese, ou deixar persistir uma marcha claudicante. As outras vias cirúrgicas
são as vias trans-ósseas (secção parcial ou total da saliência óssea do fêmur chamada
grande trocânter).
Para colocar uma prótese total do quadril, certos cirurgiões preferem expor a articulação
sem seccionar os músculos que seguram o jogo da articulação. Eles utilizam uma via
através do osso mais proximal que uma via através dos músculos, desligando uma parte
ou integralmente o trocânter, sobre o qual se ligam os principais músculos do quadril (fala-
se da trocânterotomia). O trocânter assim permite uma excelente exposição da articulação,
sem nenhuma secção muscular. No final da intervenção ele é colocado no lugar e fixado
com a ajuda de fios metálicos. Após a intervenção, é necessário caminhar com uma ou
duas muletas durante algumas semanas (conselhos precisos serão dados pelo seu
cirurgião) para aliviar o apoio sobre o quadril operado e deixar o trocânter consolidar.
Um apoio muito precoce pode arrancar o trocânter mal cicatrizado (pseudo-artrose) e
necessitar de uma nova operação para fixá-lo novamente.
A vantagem desta via trans óssea é o respeito integral aos músculos situados em torno da
articulação (com uma taxa muito baixa de luxação), e assim com redução dos movimentos
proibidos na vida quotidiana (possibilidade de se abaixar, cruzar as pernas, ter atividades
esportivas variadas, etc) e a conservação de bons músculos em caso de uma retomada
cirúrgica da prótese do quadril.
Outros cirurgiões preferem a via trans muscular que tem a vantagem de permitir a
caminhada sem muletas rapidamente e de autorizar uma completa autonomia desde os
primeiros dias. O principal inconveniente desta via cirúrgica é o risco de enfraquecer a
musculatura, de favorecer a luxação e de enfraquecer o tônus muscular em caso de nova
intervenção (retomada cirúrgica).
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Melhor do que seccionar os músculos, nós fizemos a escolha de uma via trans óssea com
trocanterotomia.
O inconveniente desta via cirúrgica é a necessidade de esperar a cicatrização óssea
completa do grande trocanter para apoiar completamente sobre o quadril operado. É o
caminho da prudência ao preço de uma marcha com uma ou duas muletas durante algumas semanas. |
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86 - O Que É Uma Ossificação Periprotética ?
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As ossificações periprotéticas são formações
ósseas que se desenvolvem em torno da
prótese do quadril. Elas podem aparecer
após a intervenção (elas se formam dentro
das 36 horas que sucedem a intervenção),
e são responsáveis de uma rigidez da
articulação.
Elas se tornaram excepcionais após a
utilização (salvo contra-indicação particular)
de certos antiinflamatórios não esteroides
durante alguns dias (5 a 8 dias após a
operação). Outros tratamentos são
atualmente estudados.
Na fig. ao lado: Prótese do quadril com
ossificação |
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Eles se tornaram excepcionais após a utilização sistemática de certos antiinflamatórios
não esteróides imediatamente após a intervenção. |
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87 - Quais Os Movimentos A Evitar Com Uma Prótese Total De Quadril ?
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Os movimentos exagerados e as posições forçadas ligadas a certas atividades esportivas
(movimentos combinados em flexão de coxa, rotação interna, adução) devem ser evitados
nos primeiros meses, pois são movimentos “luxantes”: por exemplo, o movimento do
“twist”, o “calçar” por trás. Estes movimentos serão explicados pela equipe médica
durante sua hospitalização.
Para se colocar os sapatos é melhor adotar a posição chamada agachada (se calçar pela
frente, o joelho para fora). Se ao retornar para sua casa surgirem algumas dificuldades
para secar os pés nos primeiros dias, um secador de cabelo poderá ser útil.
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Segundo o tipo de prótese, a via cirúrgica e o desenrolar da intervenção, certos
movimentos serão desaconselhados logo após a intervenção – pergunte precisamente
ao
seu cirurgião os movimentos que serão desaconselhados. É em seguida necessário
ser
prudente durante as 4 a 6 primeiras semanas (evitar os movimentos extremos, as
rotações). Por outro lado, se tudo vai bem, não haverá movimento formalmente
proibido. |
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88 - Quais São Os Diferentes Tipos De Próteses De Joelho ?
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A articulação do joelho é uma “dobradiça” muito
aperfeiçoada, capaz de se dobrar, de se
estender e de efetuar as rotações. Trata-se de uma
estrutura complexa formada de três
elementos: o
fêmur (osso da coxa), a tíbia (osso da perna) e a rótula
(pequeno circulo
situado antes dos dois precedentes).
As próteses do joelho apareceram mais tarde e
beneficiaram do conhecimento das próteses do quadril.
Existem varias categorias de próteses do joelho:
- As próteses totais utilizadas nos desgastes
importantes. Elas compõem:
• as próteses com dobradiças que funcionam como um
ferrolho de porta e que autorizam um movimento de
flexão-extensão;
• as próteses com escorregamento que reproduzem mais exatamente o movimento fisiológico do joelho nos três planos no espaço.
As próteses necessitam da conservação dos ligamentos para manter e fazer funcionarem juntos os componentes da prótese;
- As próteses parciais utilizadas nos desgastes articulares localizados:
• prótese unicompartimental femoro-tibial para os desgastes entre o fêmur (osso da coxa) e a tíbia (osso da perna),
• prótese femoro-patelar para os desgastes localizados entre a rótula (pequeno círculo situado na frente do joelho) e do fêmur.
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A quase totalidade das próteses tem um componente femoral metálico associado a um componente em plástico de alta densidade (polietileno) seja tibial, seja rotuliano.
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A colocação de uma prótese total do joelho necessita de um bom posicionamento dos
implantes e de uma reeducação pós-operatória prolongada.
A prótese total do joelho “se esquece” menos rápido do que a prótese total do quadril:
é
preciso pelo menos 12 a 18 meses para se habituar completamente.
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89 - Quais Os Movimentos A Evitar Com Uma Prótese De Joelho ?
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Nenhum movimento em particular a evitar:
- todo “movimento forçado”, fazendo aparecer uma dor, deve ser evitado (ficar de joelho,
por exemplo);
- uma certa atividade física, fazer esportes por lazer é possível. Contudo uma prótese de
joelho não é nem concebida nem implantada para ter solicitações desportivas violentas.
Certos exercícios são propostos, pergunte ao seu cirurgião se eles são adaptados ao seu
caso.
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É necessário consultar seu cirurgião:
- se um movimento aparecer doloroso;
- se uma disfunção aparecer: ”bloqueio” (joelho que se trava), “ressalto” (joelho que se
estala), “instabilidade” (sensação de ter o joelho que se solta) ou “movimento anormal”;
- se o joelho inchar e tornar-se quente.
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90 - Quais São Os Diferentes Tipos De Próteses De Ombro ?
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As próteses totais do ombro, propostas quando as dores são intensas e insuficientemente
aliviadas pelo tratamento médico, compreendem um implante metálico dentro do braço (ele
substitui a cabeça umeral que é lesada) e uma peça em polietileno, fixada sobre a
omoplata (a glenóide). Eles parecem com as próteses do quadril com o corpo terminado por
uma cabeça em metal (dentro do braço) articulada com uma peça em polietileno (sobre a
glenóide). |
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Estas próteses “clássicas” necessitam que
os tendões e os músculos do ombro
(manguito rotador), estejam intactos (são
eles que fazem movimentar a articulação do
ombro) e que a cavidade óssea, em
particular a glenóide, seja suficiente para
se implantar corretamente a prótese.
Quando os tendões são rompidos (ruptura
do manguito rotador), outras próteses
podem ser utilizadas em caso de dores
muito intensas do ombro: prótese
“invertida”, prótese intermediária, prótese
umeral simples, permitindo obter o
desaparecimento das dores e uma
mobilidade satisfatória, mesmo se os
músculos estão muito alterados. A
mobilidade do ombro é, no entanto menor
que quando o manguito está intacto.
A
indicação destas próteses depende da
idade, da importância do desgaste ósseo,
do tipo de alteração dos tendões e dos
músculos do ombro.
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Estas próteses, menos difundidas que as do quadril são cada vez mais confiáveis e têm
bons resultados até 8 a 10 anos após sua colocação.
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›› Próteses Página 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 |
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